
Por Francisco Neto, CEO da Get Smart IT Solutions
Em 2026, 56% dos ataques de ransomware ainda conseguem criptografar dados com sucesso — e o custo médio de recuperação por incidente chegou a US$ 1,7 milhão, alta de 11% em um ano. A pergunta que decide se sua empresa sobrevive a um ataque não é “temos backup?” — é “quanto tempo levaríamos para voltar a operar?”
Backup protege dados: você recupera um arquivo, um banco de dados ou um servidor específico. Recuperação de Desastres (DR) protege a continuidade do negócio: você recupera o ambiente de TI inteiro e retoma a operação. Se sua empresa perder o servidor inteiro — incêndio, falha de hardware, ransomware que compromete toda a infraestrutura — só backup não resolve. É preciso um plano de DR.
Duas métricas definem esse plano:
| Métrica | Valor | Fonte |
|---|---|---|
| Ataques de ransomware com criptografia bem-sucedida (2026) | 56% (+6 p.p. vs. 2025) | Sophos State of Ransomware 2026 |
| Custo médio de recuperação por incidente | US$ 1,7 milhão (+11% ao ano) | Sophos State of Ransomware 2026 |
| Recuperação via backup em casos de dado criptografado | 66% (+12 p.p. vs. 2025) | Sophos State of Ransomware 2026 |
| Empresas brasileiras que já sofreram ao menos um ataque | 29% | ESET Security Report |
| Custo médio de uma violação de dados no Brasil (2025) | R$ 7,19 milhões | IBM Cost of a Data Breach |
O dado mais revelador: mesmo quando o backup funciona, ele resolve só 66% dos casos de dado criptografado — e “funcionar” aqui significa recuperar arquivos, não necessariamente o ambiente inteiro funcionando de novo em minutos.
Como parceiros de Acronis e Arcserve, estruturamos backup e recuperação de desastres como camadas complementares — não a mesma coisa com nomes diferentes.
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