
Por Francisco Neto, CEO da Get Smart IT Solutions
73% de todas as organizações já operam em infraestrutura híbrida — combinando servidores próprios ou privados com nuvem pública — segundo o relatório State of the Cloud 2026 da Flexera. Entre empresas com mais de 5.000 funcionários, esse número sobe para 78%. Ao mesmo tempo, o mesmo relatório estima que 29% do gasto com nuvem pública é simplesmente desperdiçado. A pergunta certa não é “cloud ou servidor local?” — é “o que faz sentido colocar em cada um?”
Infraestrutura híbrida é a combinação deliberada de servidores locais (ou privados) com serviços de nuvem pública — Azure, AWS — escolhendo onde cada carga de trabalho roda com base em custo, desempenho, segurança e exigências regulatórias, em vez de migrar tudo para um lado só por modismo.
| Métrica | Valor | Fonte |
|---|---|---|
| Organizações que operam infraestrutura híbrida | 73% | Flexera — State of the Cloud 2026 |
| Empresas com mais de 5.000 funcionários em modelo híbrido | 78% | Flexera — State of the Cloud 2026 |
| Gasto com IaaS/PaaS estimado como desperdício | 29% | Flexera — State of the Cloud 2026 |
| Organizações que estouraram o orçamento de nuvem pública | 17% | Flexera — State of the Cloud 2026 |
| Empresas com “otimizar custo de nuvem” como iniciativa principal | 68% | Flexera — State of the Cloud 2026 |
O relatório da Flexera é claro: a maior parte das situações híbridas nasce “por acaso” — fusões, aquisições, infraestrutura herdada — não por decisão estratégica. Mas o dado dos 29% de desperdício mostra o outro lado: migrar tudo para nuvem sem planejamento de custo também não é solução. Cargas de trabalho previsíveis, com uso constante, muitas vezes custam menos rodando em servidor local; cargas com pico variável se beneficiam da elasticidade da nuvem.
Como parte da nossa infraestrutura de Cloud e Infraestrutura Local, ajudamos a decidir o que roda onde com base no seu negócio real, não em modismo de mercado.
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